Durante anos, as agências de viagens brasileiras conviveram com a mesma história: planilhas que ninguém mais entende, sistemas caríssimos pensados em outro continente, ferramentas que cobram por coisas que nunca resolveram — e uma sensação crônica de que ninguém que construiu aquilo sabia o que é atender cliente em dezembro, no meio da alta temporada.
A Hubvia começou exatamente aí. Não em uma aceleradora, não num hackathon. Começou com um agente de viagens mostrando a tela do sistema dele e dizendo: "olha, eu perco 40 minutos por reserva fazendo isso. Dá pra melhorar?".
Desde o primeiro protótipo, a Hubvia foi desenhada em dois frontes. De um lado, 10 agências parceiras operando o sistema em produção — com perfis diferentes (lazer, corporativo, receptivo, misto), tamanhos diferentes (da agência de bairro à rede regional) e clientes reais, reservas reais, cobranças reais. De outro, a operadora parceira, validando o fluxo de distribuição, notificações, bloqueios e o canal B2B entre operadora e rede de agências.
Cada funcionalidade que você vê no sistema hoje passou por esse crivo: só chega à plataforma se resolver uma dor que alguém viveu na pele. Quando um recurso é pedido por 1 das 10 agências, a gente estuda. Quando é pedido por 3 delas, vira prioridade. Quando é pedido por todas, a gente vira madrugada pra entregar.
É por isso que a Hubvia é diferente. Não porque temos mais recursos, mais cores ou mais inteligência artificial. É diferente porque foi construída por 11 operações reais, junto com quem usa — e continua sendo até hoje.